terça-feira, 30 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Novela Contador: carne contaminada da América do Sul? Episodio?

"É mais que possível ', diz o agricultor espanhol
O espanhol Alberto Contador enfrenta uma possível punição de dois anos e arrisca a perder o seu título do Tour de France 2010 por testar positivo para clenbuterol. Porém sua afirmação de que a droga veio da carne contaminada, recebeu o apoio hoje de agricultor Ramón Riestra.
Riestra, membro da diretoria da associação de agricultores Astúrias juventude, disse que a carne da Espanha é de importação de outros países europeus, e América do Sul, onde os agricultores podem utilizar Clenbuterol. Ele acredita que a equipe Astana que comprou a carne para Contador em Irún, na Espanha, durante o Tour de France poderia ter se originado de um país do Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
"É mais do que possível", Riestra disse ao jornal espanhol AS. "Olhe, um dos portos onde a maioria da carne é descarregado é Saint-Jean-de-Luz [França], uma cidade francesa que está muito perto de Irún [15 km]. Não é estranho que alguns açougues em Irún tenham esta carne. "
Contador testou positivo para clenbuterol em 21 de julho no Tour de France. Foi anunciado o teste positivo em 30 de setembro, dois meses depois que ele ganhou o Tour de France por 39 segundos à frente de Andy Schleck. A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou que no mesmo dia que o suspendeu provisoriamente, e 08 de novembro, pediu à Federação de Ciclismo espanhola (RFEC) para abrir um processo disciplinar.
Clenbuterol ajuda a respirar e a perda de peso. A World Anti-Doping Agency (WADA), enumera ele, em qualquer nível, como uma substância proibida. Contador amostra de urina revelaram 50 picogramas ou 0,000 000 000 05 gramas por mililitro.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Seasucker


Furar o carro de qualquer modo está fora de cogitação. Carregar no teto depende de instalações complicadas e demoradas, o que inviabiliza a retirada do suporte quando não estou usando; aqueles suportes fixados com cintas não transmitem segurança.
Então eis que surge SEASUCKER, um sistema revolucionário de fixação do suporte através de ventosas.
Segundo o folheto, cada ventosa de 6″ suporta até 95Kg. É muito mais do que qualquer bicicleta e não parece papo de televendedor.
Mais Informações aqui.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
ProTeam: Às 18 selecionadas
10 equipes já possuiam licenças válidas para 2011:
- AG2R (França)
- Garmin-Cervélo (EUA)
- Katusha (Rússia)
- Lampre-ISD (Itália)
- Omega Pharma-Lotto (Bélgica)
- Quick Step Cycling Team (Bélgica)
- Rabobank Cycling Team (Holanda)
- Saxo Bank SunGard (Dinamarca)
- Sky ProCycling (Inglaterra)
- Team RadioShack (EUA)
8 equipes solicitaram renovação ou pediram novas licenças:
- BMC Racing Team (EUA) 2011-2014
- Euskaltel-Euskadi (Espanha) 2011-2012
- HTC-Highroad (EUA) 2011-2014
- Liquigas-Cannondale (Itália) 2011-2014
- Luxembourg Pro Cycling Project (Luxemburgo) 2011-2014
- Movistar Team (Espanha) 2011-2013
- Pro Team Astana (Cazaquistão) 2011-2013
- Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team (Holanda) 2011-2013
A Geox-TMC (Espanha) e Cofidis (França) tiveram seus pedidos recusados e foram automaticamente registrados como Continental Profissional.
Registradas como Continental Profissional (2a. divisão) foram:
- Androni Giocattoli (Itália)
- Bretagne – Schuller (França)
- Caja Rural (Espanha)
- Colnago – CSF Inox (Irlanda)
- Europcar (França)
- Farnese Vini – Neri Sottoli (Inglaterra)
- FDJ (França)
- Landbouwkrediet (Bélgica)
- Saur – Sojasun (França)
- Skil – Shimano (Holanda)
- Team Type 1 (EUA)
- Topsport Vlaanderen – Mercator (Bélgica)
- Unitedhealthcare Pro Cycling (EUA)
A lista completa CP será divulgada em 10 de dezembro.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Ciclovia vai atravessar 20 países ao longo da Cortina de Ferro
Regiões da Macedônia e Bulgária se unem para a construção de uma ciclovia turística ao longo da Cortina de Ferro. O percurso de bicicleta terá mais de 7 mil quilômetros.
O objetivo do projeto, que recebe o apoio da União Europeia, é criar a rota EuroVelo 13, em que o ciclista poderá percorrer 40 anos de história europeia.
Outras ciclovias históricas
Projetos semelhantes já existem na Alemanha. Um deles é a ciclovia ao longo de antigo Muro de Berlim, com uma extensão de 160km. Ao percorrê-la, é possível enxergar o cenário que persistiu de 13 de agosto de 1961 a 9 de novembro de 1989, enquanto o Muro de Berlim dividia a capital alemã.
Já a rota ao longo da fronteira que separava a Alemanha Ocidental da Oriental, com 1.378 km, vai de Travemünde, na costa do mar Báltico, até a fronteira entre Alemanha, República Tcheca e Áustria. O percurso inclui a “faixa da morte”, zona fronteiriça que, entre 1958 e 1989, continha torres de controle, muros e cercas para dividir o território das duas Alemanhas.
Longo caminho
Essa divisão geopolítica na época da Guerra Fria evidentemente não se restringia apenas à Alemanha. A Cortina de Ferro cortava a Europa a partir do mar de Barents, na fronteira entre Rússia e Noruega, até a costa búlgara do Mar Negro.
Os sete mil quilômetros da Eurovelo 13 tornarão “visíveis 40 anos de história europeia”, disse o fundador do projeto, o parlamentar europeu Michael Cramer, do Partido Verde.
O Iron Courtain Trail, como o projeto é chamado, foi aprovado pela Comissão Europeia no verão de 2009 e aos poucos conquistou o apoio dos países envolvidos. Dos 20 em questão, 14 fazem parte da União Europeia.
Por promover o turismo sustentável – sendo a bicicleta o meio de locomoção — e o desenvolvimento de diversas regiões com pouca concentração turística, a iniciativa recebeu o apoio comunitário e também de organizações de desenvolvimento, como a Sociedade Alemã de Cooperação Técnica (GTZ).
“A Hungria apoia a construção da ciclovia, pois essa é uma boa oportunidade de desenvolver o turismo nas regiões mais distantes”, disse à Deutsche Welle Miklós Kovács, secretário de Estado de Turismo da Hungria. Segundo uma análise, o projeto tem potencial de promover aproximadamente 849 mil viagens anuais à região.
“Se a rota do Muro de Berlim levou dez anos até ser implementada, e a das duas Alemanhas 15 anos, esta deverá demorar uns 25 anos, mas chegaremos lá”, disse Cramer. Ele fez o percurso do Muro pela primeira vez 1989 e, como deputado da cidade-Estado de Berlim, viabilizou que o caminho fosse classificado como histórico e digno de conservação.
Posteriormente, decidiu-se fazer o mesmo com a fronteira entre as duas Alemanhas. Em 2007 surgiu então uma nova trilha através de um cinturão verde de vários quilômetros de largura, uma área que permaneceu intocada durante 40 anos e hoje
abriga diversas reservas para preservação de flora e fauna. A ciclovia atravessa parques nacionais e cruza algumas vezes a antiga fronteira alemã-alemã, além de abranger muitos pontos de interesse histórico.
A longo prazo
Embora o projeto tenha despertado interesse, conquistando apoio de diversos organismos nacionais e regionais, ele deverá ser implementado a longo prazo.
“A realização depende da vontade política”, diz Cramer: "Se cada país construísse um quilômetro a menos de estradas a cada ano, o projeto estaria garantido". Ele imagina essa ciclovia como uma combinação de natureza e história ao longo da antiga fronteira, um percurso confortável para o turista, longe das estradas movimentadas. Para cumprir sua missão cultural e histórica, a trilha teria que cruzar diversas vezes a fronteira intransitável durante tantos anos e mostrar a maior quantidade possível de lugares históricos.
Natureza, história, bicicleta e conforto
Na cidade húngara de Sopron, por exemplo, a ciclovia da Cortina de Ferro passa pela chamada “praça do piquenique”, na fronteira com a Áustria. Esse é o lugar exato onde, em 19 de agosto de 1989, cerca 700 cidadãos da antiga Alemanha Oriental conseguiram passar para o Ocidente, após o discreto fluxo de fugitivos que se estendera pelos meses anteriores.
Em 11 de setembro daquele ano se abriria oficialmente a fronteira da Hungria com a Áustria. Assim como esse exemplo, muitos outros revelam ao ciclista uma história de décadas de separação.
Para que a Eurovelo 13 fique pronta, além da adequação do caminho, a infraestrutura turística regional é imprescindível. E o projeto aposta nas parcerias locais, a fim de que se criem hotéis para suprir as necessidades deste tipo de turismo, com vagas para bicicletas e oficinas ou ofertas do tipo bed&bike. Afinal, não adiantaria nada criar um percurso interessante através da história que não atraia ninguém.
Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5508568,00.html






